
No nosso cotidiano, poucas coisas são mais concretas do que a nossa liberdade de escolha. A cada instante, tomamos decisões que, acreditamos, moldam nosso amanhã. Mas e se a ciência, por trás das equações mais complexas, estivesse prestes a provar que o seu livre-arbítrio é, na verdade, uma grande ilusão?
Essa é a questão que divide os maiores físicos do planeta, baseada em duas teorias monumentais que questionam a própria natureza da realidade.
Existe um lugar mágico, onde o tempo não passa no mesmo ritmo pra todo mundo. Nenhum relógio marca a mesma hora. E o futebol é um caos. Enquanto um torcedor vê o Messi deles partindo para a grande área com a bola dominada, outro já viu o gol acontecer. Para alguns, o jogo ainda nem começou; para outros, já aconteceu há 50 anos. Um nó.
Num mundo desses, o que ainda é futuro para você já estaria gravado na memória de outro. Seu filho pode nem ter nascido, mas para o vizinho da direita ele já tem seis anos. Para o da esquerda, 20, e foi contratado pelo Barcelona.
Se isso já aconteceu para outra pessoa, não tem mais como ser mudado. É o passado dela, que já está escrito. Se o seu futuro fizer parte desse passado alheio, não há o que fazer: esse futuro também está escrito.
Essa descrição chocante e filosófica aponta para o universo da Relatividade de Albert Einstein, que nos força a enxergar a realidade de uma forma totalmente nova.
